terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

10 FOTOS COLORIDAS DO HOLOCAUSTO

Esta semana, o mundo celebrou os 75 anos da libertação dos presos de Auschwitz. Para que ninguém se esqueça dos horrores do nazismo, o fotógrafo Tom Marshall coloriu 10 fotos do período.



As imagens foram registradas durante os primeiros meses de 1945, quando o mundo inteiro se tornava consciente do que ocorria nos campos de concentração. Oito mil prisioneiros foram libertados pelos soviéticos meses antes de que a Segunda Guerra Mundial chegasse ao fim.


Tom já coloriu diversas fotografias históricas como parte de seu trabalho. Ainda assim, ele contou em artigo escrito para o site Bored Panda que este projeto “foi perturbador, porque as imagens são tão chocantes”.



Durante o trabalho, o colorista precisou realizar diversas pausas, pois as cenas o incomodavam. Apesar disso, o fotógrafo comenta que sabia da importância de trazer estas fotografias à tona.

“O processo de coloração também foi diferente, pois essas pessoas estavam próximas da morte no momento de sua libertação, então pintar tons de pele era totalmente diferente. Em cores, você pode ver os ossos e a pele pálida e sem sangue, e até os jovens parecem mais velhos, com cabelos grisalhos e manchas escuras ao redor dos olhos“, escreveu ele sobre o trabalho.



Tom não foi o único a entender este potencial. A artista brasileira Marina Amaral também realizou, há alguns anos, um trabalho de resgate e coloração de imagens do nazismo, intitulado “Faces of Auschwitz”.



Tom Marshal trabalha para a empresa PhotograFix, no Reino Unido. Em 2018, ele já havia empreendido um projeto igualmente importante de trazer cores a fotografias históricas, colorindo imagens de mulheres que lutavam por direitos iguais há 100 anos.

Veja fotos do holocausto em cores












Imagens coloridas e divulgadas por Tom Marshall/PhotograFix

Fonte: Hypeness

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

DIFERENÇAS ENTRE GRÃ-BRETANHA, REINO UNIDO E INGLATERRA

Grã-Bretanha: divisão geográfica e nome da maior ilha do arquipélago britânico, nela estão três países: Inglaterra, Escócia e País de Gales.

Reino Unido: divisão política. É a soma dos países da Ilha da Grã-Bretanha com a Irlanda do Norte. O nome oficial é Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. O restante da Irlanda constitui um país independente (o EIRE).

Inglaterra: é o maior país do Reino Unido, que ocupa quase a metade da Grã-Bretanha. Nesse país fica a capital do Reino Unido, a cidade de Londres.Tome cuidado para não cometer gafes! Nada irrita mais um escocês ou galês do que ser chamado de "inglês"! Eles fazem questão de manter as diferenças.


Observe abaixo as diferentes bandeiras dos países que formam o Reino Unido e o que representa sua bandeira:


Abaixo, um mapa do Reino Unido:



sábado, 8 de fevereiro de 2020

A GEOMEDICINA QUER SABER ONDE VOCÊ MORA

Whether you live in the city or the countryside can affect your health and susceptibility for disease.
Viver na cidade ou no campo pode afetar sua saúde e susceptibilidade para doenças


    Em 1854, um médico Inglês chamado John Snow identificou um surto de cólera em Londres em virtude de uma única bomba d'Água  contaminada. Este pioneiro da epidemiologia moderna, fez uso de informações sobre onde as pessoas doentes viviam e deduziu que estavam bebendo água contaminada a partir dessa fonte.

   Usar pistas sobre a localização dos povos é uma ferramenta importante na saúde pública, com isso os cuidados com os pacientes podem ser muito mais pessoais e específicos. 

     "A medicina personalizada tem sido tão importante quanto a genômica," diz o Dr. Rishi Manchanda. Em seu discurso ele complementa que " Nós não somos apenas criaturas de nossos genes,  somos criaturas de nosso meio ambiente."

    Parece óbvio, mas muitos profissionais de saúde não perguntam aos seus pacientes onde vivem, como parte de sua investigação diagnóstica. 

   Alguns pesquisadores e profissionais da saúde estão chamando o uso de mapeamento na área da saúde de "Geomedicina" em parte devido a Bill Davenhall, considerado o pai deste segmento. Os dados clínicos são responsáveis por apenas 10% dos fatores que determinam a saúde de uma pessoa, diz Davenhall.

    A ideia do lugar influenciando a saúde é tão antiga quanto Hipócrates, diz a Dra. Estella Geraghty, diretora médica da Esri,  empresa de sistema de informações geográficas. Diz ela, que tem sido uma grande mudança os médicos perguntarem onde os pacientes vivem. "As pessoas estão começando a pensar, 'Oh, eu não tinha pensado sobre como poderíamos usar essa informação", completa. 

    Trabalhando em uma pequena clínica em South Central Los Angeles, Manchanda e pesquisadores geocodificaram 54.000 registros de pacientes com base em seus endereços residenciais. Os pesquisadores sobrepuseram mapas de pessoas com asma ou diabetes em mapas de dados públicos de habitação, tais como violações do código de habitação.

     Os mapas mostraram os principais pontos onde a duas enfermidades ocorreram. A asma foi mais prevalente em casas em que eram infestadas por mofo, enquanto o diabetes apareceu em bairros que seus moradores tiveram dificuldades de acesso a alimentos saudáveis e feiras de alimentos orgânicos. 

     Manchada diz que os dados podem ajudar os profissionais de saúde em clínicas locais a tomar melhores medidas preventivas para os pacientes.

       Por exemplo, o médico pode dizer a um paciente para ficar com familiares ao deixar o hospital após um ataque cardíaco, em vez de ir para casa perto de uma auto-estrada, onde a poluição e o barulho podem ser prejudiciais à sua reabilitação.

   O último exemplo vem de Ted Smith, que busca novas iniciativas tecnológicas para o Governo de Louisville. Ele está trabalhando com um grupo chamado Propulsor de Saúde para coletar dados sobre os pacientes asmáticos da cidade, incluindo quando e onde eles usam seus dispositivos inalatórios. As reinternações, diz ele, poderiam ser reduzidas apenas verificando em que lugar o paciente vive, mas como em medicina preventiva, é difícil dimensionar o valor que clínicas e hospitais podem economizar usando tecnologia de mapeamento, este campo ainda não tem atraído muita atenção.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

UTILIDADE PÚBLICA - LIMITE

Muitos professores rígidos são admirados pelos alunos por que tem em sala de aula o que muitas vezes não tem em casa, limite.


TEA - TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

A tradicional placa de atendimento preferencial com os símbolos de gestantes, idosos, mulheres com crianças de colo e deficientes está ganhando um novo ícone.
Agora, muitos estabelecimentos estão incluindo um laço colorido feito de quebra-cabeças, fazendo referência aos portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA).


sábado, 1 de fevereiro de 2020

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...