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domingo, 26 de novembro de 2017

TIRAS DA MAFALDA DIVIDIDAS POR ASSUNTO

Parte 1:

- Ambientes Urbanos
- Astronomia
- Campo-Cidade
- Cartografia e Fuso-Horário (parte 1) 



Parte 2:

- Economia, Consumo e Consumismo (parte 1)
- Cidade e Habitar
- Cartografia e Fuso-Horário (parte 2) 

Parte 3:

- Cidade, Economia, Consumo e Consumismo (2ª parte) 
- Climatologia 
- Condição da Mulher 
- Educação Ambiental, Ambiente e Natureza 
- Educação e Escola (1ª parte) 

Parte 4:

- Educação e Escola (2ª parte) 
- Ética, Social e Moral 
- Férias, Lazer e Turismo 
- Geografia Escolar 
- Geopolítica 
- Globalização e Sociedade (1ª parte)
Parte 5:

- Globalização e Sociedade (2ª parte) 
- Lugares da Cidade
- Modismo e Cultura (1ª parte) 


Parte 6:

- Modismo e Cultura (2ª parte) 
- Política
- População, Demografia e Migração



terça-feira, 21 de novembro de 2017

AULAS EXPOSITIVAS: AINDA ÚTEIS PARA A GEOGRAFIA?

As aulas expositivas, desde que intercaladas com outros métodos e empregadas da forma correta, podem ser úteis nos temas da Geografia.

No contexto da promoção da educação tradicional, em um tempo em que os recursos didáticos eram escassos, as aulas expositivas eram muito comuns, tanto para a Geografia quanto para as demais disciplinas. No entanto, com o advento dos avanços tecnológicos e com a difusão de novas metodologias no processo de ensino-aprendizagem, esse tipo de aula começou a ser tachado como obsoleto e passou a entrar em desuso.

No âmbito da Geografia, essa lógica se acirrou, haja vista que essa disciplina envolve muitas questões que são melhores compreendidas quando visualizadas, vividas ou presenciadas pelos estudantes. Dessa forma, aulas envolvendo cartogramas digitais, trabalhos de campo, consultas em sites e jornais e outras ferramentas tornaram-se mais difundidas e foram responsáveis por dinamizar o ensino dos estudos geográficos em seus vários temas e vertentes.

Mas será que as aulas expositivas deixaram de ser úteis para a Geografia?

A resposta vai depender mais do professor e de seu estilo de aula do que propriamente da disciplina em si, mas a tendência é a de que essa metodologia ainda apresente resultados satisfatórios, desde que executada da forma mais correta possível, evitando alguns problemas e procurando alternar exposições com outros métodos.

A seguir exibiremos algumas dicas de ações a serem evitadas e outras a serem praticadas.

 O que é bom evitar:

- Monotonia: não é preciso que o professor “crie um espetáculo” em sala de aula, mas seria muito interessante se ele conseguisse explicar os conteúdos de forma mais interessante, sem aquele ritmo lento e sonolento. Um pouco de “paixão” pode ajudar.

- “Mesmice”: evite as repetições. Explicar diferentes assuntos sempre da mesma forma, no começo, pode até ser bom, mas com o tempo gera desgaste e provoca certo desinteresse por parte do aluno. É sempre bom o professor procurar variar, de vez em quando, o seu estilo.

Por exemplo: uma determinada professora gosta de escrever conceitos no quadro e depois explicá-los, mas é bom, às vezes, ela realizar um ditado ou fazer esquemas conceituais junto à explicação.

- Monólogos: é sempre bom que o professor alterne as explicações com as falas e opiniões dos alunos, mesmo que as considerações que eles façam não sejam tão válidas assim. Estimular a participação, em alguns casos, propicia um maior interesse dos estudantes.

- Ritmo linear na voz: determinados assuntos da Geografia são amplamente descritivos. Dessa forma, relatar uma situação ou descrever uma característica pode ser muito chato se o professor nunca oscilar o tom da voz, o que pode aumentar o índice de “sonolência” dos alunos.



O que é bom fazer:

- Usar mapas (espacialização): um dos elementos que não podem faltar em qualquer aula de Geografia (seja ela expositiva ou não) é o uso de mapas ou a espacialização da discussão. Dessa forma, o professor precisa sempre procurar situar o aluno sobre onde e como determinados fenômenos ocorrem. Dessa forma, o mapa-múndi ou outros tipos de mapas mais específicos são quase que imprescindíveis.

- Provocar e estimular o debate ou a curiosidade: muitas vezes o aluno, ao se deparar com uma aula expositiva em Geografia, costuma se perguntar para quê aquele conhecimento lhe será útil. O professor pode iniciar a sua aula fazendo com que o aluno pense sobre a utilidade do tema tratado, fazendo perguntas ou questionamentos no início das aulas que levem o aluno a se sentir curioso e automaticamente interessado sobre o tema. Por exemplo: em uma aula sobre placas tectônicas, pode-se indagar o porquê de os terremotos e vulcões existirem ou como surgem as montanhas.

- Utilizar recursos: a funcionalidade oferecida pelos recursos tecnológicos ou até mesmo pelo bom e velho quadro-negro pode ser bem explorada, sempre buscando evitar os exageros.

O uso de projetores com slides pode ser um aliado, porém pode ser uma prática perigosa, isso porque muitos professores colocam textos muito grandes em cada tela, deixando a aula mais monótona. Nesse tipo de recurso, é bom priorizar frases curtas, palavras-chaves ou, sobretudo, imagens e esquemas. Inclusive, os projetores de imagem podem ser bons aliados no uso dos mapas.

Com a lousa, a mesma forma é recomendada, pois às vezes o educador leva mais tempo escrevendo frases ou textos no quadro do que propriamente explicando, fazendo com que os alunos se dispersem ou fiquem mais distraídos.

- Objetividade: em certos casos, pode tornar-se muito penoso para o estudante acompanhar aulas em que o professor não consegue ter um foco definido sobre o tema e os objetivos da aula. Às vezes, no esforço de tentar deixar o assunto da aula mais interessante, o professor acaba “rodando” em vários outros temas, o que faz com que os estudantes percam interesse. Procure, antes de cada aula, definir bem claramente quais são os objetivos dela. O professor pode, até mesmo, escrever esses objetivos na lousa para que os alunos percebam o real motivo da exposição a ser realizada.

- Adotar palavras-chaves: em alguns casos, o professor possui dificuldade em ser claro ao expressar os seus argumentos ou informações. Para resolver isso, o uso de palavras-chaves para guiar o ritmo da aula pode ser uma ajuda. Anotações realizadas em um papel ou caderno, que pode ser sempre consultado pelo educador durante as aulas, podem ajudar para que ele não esqueça ou não confunda os diferentes fatos de um mesmo assunto.

- Organizar a fala: As anotações, que podem ir além das palavras-chaves acima mencionadas, podem ajudar o professor a organizar a sua fala. Lendo este texto, você pôde perceber que ele foi organizado em tópicos de forma ordenada previamente estabelecida, não é mesmo? Procure dar esse mesmo ritmo às suas aulas, evitando embaralhar demais os temas e coordenando o ritmo de cada um, por mais que diferentes temas se inter-relacionem. Uma fala muito caótica mais confunde do que ajuda o estudante a compreender o assunto, seja ele qual for.

É válido considerar que este texto é apenas uma fonte de sugestões para melhorar as suas aulas expositivas, com ênfase nos assuntos referentes à Geografia. Mas não precisam ser necessariamente acatados como verdades absolutas, haja vista que cada professor costuma ter o seu próprio estilo e características de aula. O mais importante é tentar tornar a sua exposição o mais atrativa possível.

Você tem alguma sugestão para contribuir para essa discussão? Compartilhe suas experiências e opiniões nos comentários!


Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

TOPOGRAFIA EM SALA DE AULA


    Nós da página Linguagem Geográfica testamos o app para Android LandscapAR e aprovamos como uma excelente ferramenta para trabalhar curvas de nível e formação do relevo em sala de aula.

     Após uma breve explicação sobre curvas de nível e cartas topográficas o aluno deve fazer um desenho simples com uma caneta preta em um papel branco representando uma "carta topográfica" da sua imaginação. 

     Depois com a representação da "carta topográfica" em uma superfície escura e com o app devidamente instalado em seu celular ou tablet você produz o efeito do relevo.

   Você pode salvar as imagens dos terrenos produzidos e em um projetor discutir a formação de cada um com seus alunos. 

Clique no link para fazer download do app: http://goo.gl/xzS4OX

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

ATIVIDADE CAMADAS DA TERRA

     Aí vai uma dica simples e que de forma bem ilustrativa ensina as Camadas da Terra.

Aproveitem a ideia e coloquem em prática. 


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

OEC - OBSERVATÓRIA DA COMPLEXIDADE ECONÔMICA

O Observatório da Complexidade Econômica é uma ferramenta que permite aos usuários compor rapidamente uma narrativa visual sobre a economia dos países e os principais produtos que formam a babe da economia de cada um deles.




segunda-feira, 24 de julho de 2017

CRIE SEUS QUEBRA-CABEÇAS

     Construa seus próprios quebra-cabeças para serem utilizados em sala de aula.

     Basta fazer um cadastro simples no site, criar seu quebra-cabeça através de uma imagem selecionada por você e passar o link desta imagem para os alunos ou divulgar em seu blog.

     Ao criar o quebra-cabeça você deve selecionar a dificuldade deste desafio, isso vai depender da turma em que você vai aplicar.





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Abaixo um exemplo criado: Brasil Político



terça-feira, 18 de julho de 2017

HABILIDADES GEOGRÁFICAS

     Localização dentro da Geografia é o básico, e nesta atividade você pode trabalhar com seus alunos das séries iniciais os conceitos fundamentais de espaço, território, continentes, meridianos e paralelos. 




domingo, 25 de junho de 2017

AGENTES FORMADORES DO RELEVO

     Para o professor que estiver ensinando placas tectônicas e seus movimentos este site vai localizar as placas e suas consequências como tremores de terra e vulcões.



sexta-feira, 5 de maio de 2017

domingo, 30 de abril de 2017

COMO DESENVOLVER UMA "TEMPESTADE DE IDEIAS" (COM IMAGENS)

    Brainstorming é uma ferramenta utilizada na gestão da qualidade empresarial que significa "Tempestade de idéias". Consiste em um processo de grupo no qual os indivíduos emitem idéias de forma livre, sem críticas, no menor espaço de tempo possível.

    Uma atividade interessante para incentivar seus alunos a colocarem palavras que fazem referência a GEOGRAFIA e criarem uma BRAINSTORMING GEOGRÁFICO onde as palavras que saírem com maior frequência terão um destaque maior.

  O brainstorming abaixo foi realizada em parceria entre o Blog Linguagem Geográfica e Coordenadas Geográficas onde seus seguidores sugeriram palavras relacionadas a GEOGRAFIA e os dados foram inseridos juntamento com uma imagem simples e escura da projeção cartográfica da Terra no site TAGXEDO que fez o trabalho gráfico.

O resultado foi este :  



COMO PRODUZIR:

Clicando em LOAD você digita as palavras.
Lembre-se quanto mais a palavra aparecer mais destaque ela vai ter.

CLIQUE AQUI para fazer download das palavras geográficas.

Clicando em SHAPE e depois em ADD IMAGE... você adiciona a imagem.
ATENÇÃO: para ter um melhor resultado a imagem deve ser simples e em preto e branco.

terça-feira, 11 de abril de 2017

NEVE TOPOGRÁFICA

     É professor de Geografia e mora em uma cidade que neva ?
     Segue abaixo uma atividade sobre curvas de nível fácil e interessante para seus alunos.
Passos:
1 - Em uma peneira construa um "morro" de neve.
2- Com barbantes de cores diferente você faz as curvas de nível.
3- E aí é só esperar a neve derreter para finalizar o estudo. 

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

FAÇA VOCÊ MESMO : WORLD MAP

     Tenho uma obsessão por mapas, adoro! tanto para conhecer e como fonte de informação quanto como imagem e representação, acho lindo! Um dia desses estava por aqui no ateliê e tive uma idéia ótima, fazer uma colagem de folhas de livros antigos formando um mapa mundi. O resultado ficou ótimo e como foi tão fácil de fazer, vou dar as dicas aqui para quem quiser tentar!


     
     O principal para fazer seu mapa com colagem de folhas antigas é paciência! Basicamente, você nem precisa saber desenhar, pois vai usar o mapa impresso para copiar a forma (decalcar) sobre o papel de montagem!


     Quanto mais letrinhas, tiverem nos pedaços de folha que você vai colar melhor fica o resultado! E preencha bem, sem deixar muitos espaços em branco!


     Você também pode ornamentar com várias outras formas, por exemplo pintando um fundo, ou fazendo a colagem em um papel colorido ou tecido vintage! O interessante é testar e ver os resultados!


quinta-feira, 16 de março de 2017

BOLO PEDAGÓGICO GEOGRÁFICO


Ótima sugestão de atividade para aguçar a criatividade geomorfológica dos seus alunos.



Detalhe para o meandro abandonado.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

BATATAS TOPOGRÁFICAS

        Aí está mais uma atividade sobre cotas altimétricas e curvas de nível para entender melhor as cartas topográficas. 

       E depois disso cortando as curvas de nível você pode até construir um mapa topográfico. " Mas claro há o risco de se cortarem por isso não é muito aconselhável"  

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