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domingo, 10 de junho de 2018

CAMADAS DA TERRA - PRODUZIDAS COM MASSA DE MODELAR


Projeto: Camadas da Terra - Produzidas com massa de modelar.
Para ilustrar esse conhecimento, confeccionaram com massinha de modelar, o Planeta Terra com suas respectivas camadas.
Educadoras Gislene e Rita
colegio@padremoye.com.br

Fonte: Célia Pina

terça-feira, 17 de abril de 2018

CRIE SEUS QUEBRA-CABEÇAS

     Construa seus próprios quebra-cabeças para serem utilizados em sala de aula.

     Basta fazer um cadastro simples no site, criar seu quebra-cabeça através de uma imagem selecionada por você e passar o link desta imagem para os alunos ou divulgar em seu blog.

     Ao criar o quebra-cabeça você deve selecionar a dificuldade deste desafio, isso vai depender da turma em que você vai aplicar.





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Abaixo um exemplo criado: Brasil Político



domingo, 15 de abril de 2018

REVISTA ELETRÔNICA NO CANVA

QUANDO SEUS ALUNOS TE SURPREENDEM !!!








Trabalho interdisciplinar de GEOGRAFIA e HISTÓRIA sobre o URUGUAI.

Criar uma revista digital (porém estes alunos imprimiram) utilizando a plataforma CANVA (https://www.canva.com/pt_br/).

Obs: Plataforma CANVA é fácil de utilizar e os alunos podem criar os grupos no site em que todos podem alterar a revista sem a necessidade de encontros.

sexta-feira, 16 de março de 2018

CURVAS DE NÍVEL NA MÃO

     Esta semana eu estava ensinado topografia, incentivando os alunos a criarem uma montanha em suas mãos. 

     Primeiro eu pedi aos alunos para fazer um punho e colocar em cima da carteira, como se eles estivessem batendo nela. 

    Em seguida contornar a montanha com caneta, importante dizer para  manter cada parte de cada círculo à mesma distância.

     Eles podem adicionar um ponto de triangulação para o ponto mais alto e desenhar rios azuis nos dedos "vales". 

     Quando os alunos colocam sua mão plana eles têm um mapa topográfico e quando fizerem um punho eles têm uma cadeia de montanhas.


quinta-feira, 8 de março de 2018

MAPA MENTAL

❤️❤️❤️ Quando você pede um trabalho sobre a República Democrática do Congo e sua aluna te entrega isso ❤️❤️❤️





quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

GEÓGRAFO BRINCANDO DE MASSINHA

         Uma ideia simples para fixar o conteúdo das camadas da Terra com as séries iniciais. 


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

ATIVIDADE PIRÂMIDES ETÁRIAS

     

Fonte : Escola Municipal de Ensino Fundamental CAIC “Luizinho de Grandi” 2012 – 2013


O ESTUDO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA A PARTIR DA CONSTRUÇÃO DE PIRÂMIDES ETÁRIAS TRIDIMENSIONAIS

Santhiély Laksmi Silva Gomes
Angelita Tomazetti Scalamato 
Gislaine Mocelin Auzani

O presente trabalho pretende relatar a construção de pirâmides etárias, no formato tridimensional (3D), para possibilitar que os educandos compreendam a estrutura etária da população brasileira nas últimas décadas, de maneira concreta. Esta ação faz parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Geografia/UNIFRA, vinculado à Escola Municipal de Ensino Fundamental CAIC – “Luizinho de Grandi”, Santa Maria (RS). Em relação aos procedimentos técnicos, primeiramente, enquanto os monitores construíam as pirâmides etárias referentes aos Censos Demográficos, realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 1980, 1991, 2000 e 2010. Em sala de aula, a professora, desenvolveu o conteúdo de forma contextualizada referente à temática, abordando os conceitos relativos à população, como: população absoluta e relativa, taxa de natalidade, de fecundidade e de mortalidade, expectativa de vida e crescimento vegetativo. Após, foi feita a apresentação das pirâmides etárias, realizando explicações sobre as faixas etárias e tirando dúvidas dos alunos. Também, organizou-se a turma em quatro grupos, onde cada bolsista ficou responsável por um, contribuindo para a construção das pirâmides etárias no papel milimetrado. A confecção de pirâmides etárias, pelos monitores, proporcionou uma aprendizagem mais significativa, a partir da visualização tridimensional das pirâmides, bem como compreender os conceitos trabalhados em sala de aula de maneira mais concreta e envolvente. Para que a compreensão fosse mais substancial, foi solicitado aos alunos, para que em grupo e de forma colaborativa, descrevessem as características da pirâmide etária. Nesta etapa foi observada a dificuldade dos alunos em descrever as análises e conclusões referentes ao período de estudo, onde foi necessário que os bolsistas interagissem com os grupos e os ajudassem na elaboração textual. Também foi solicitado que os alunos construíssem suas próprias pirâmides em papel milimetrado, bem como uma elaboração textual, a partir da interpretação das mesmas, de maneira colaborativa. Segundo Soares (2009) a atividade colaborativa leva os alunos a refletir sobre o próprio trabalho, descrevendo um texto não linear e recursivo, correspondendo a três fases: a pré-escrita, onde o aluno organiza suas ideias; escrita, a produção textual; e pós-escrita, onde o texto é revisado e avaliado pelo grupo. Observou-se que o aluno, ao interagir e confeccionar a sua pirâmide apresentou maior compreensão e interpretação da temática, inclusive descrevendo-a e ajudando os colegas que estavam com dificuldades. Portanto, a utilização de pirâmides etárias tridimensional é uma metodologia interessante, pois possibilita maior envolvimento do aluno com o conteúdo desenvolvido em sala de aula, bem como promove uma aprendizagem significativa e contextualizada. Essa metodologia faz com que as aulas de Geografia sejam mais dinâmicas, uma vez que proporciona a participação do aluno. Além disso, possibilita formar cidadãos críticos e conscientes de seu papel na sociedade. 

REFERÊNCIAS
SOARES, D. de A. Produção e revisão textual: um guia para professores de português e de linguas estrangeiras. Petrópolis: Vozes, 2009.

Publicado nos Anais do Encontro Nacional das Licenciaturas (ENALIC), Seminário Nacional do PIBID, Encontro Nacional de Coordenadores do PIBID - em CD-Room, com o seguinte número de ISSN: 2318-6771


ATIVIDADE DENSIDADE DEMOGRÁFICA


domingo, 4 de fevereiro de 2018

CRIE SUAS PALAVRAS CRUZADAS


              Palavras-cruzadas podem ser um recurso interessante para as aulas, pois além de trabalhar conteúdos, funcionam como desafios para os estudantes. No site Discovery Education's Puzzle Marker é possível criar suas próprias-palavras cruzadas sobre qualquer assunto. 

           Na página, o importante é o passo 4, onde devem ser inseridas as palavras seguidas de um espaço e as pistas para encontrar as respostas. Feito isso, o site gera a palavra-cruzada. Se não gostar do resultado é só voltar e dar o comando para gerar novamente. Escolhido o modelo que mais lhe agradar, ele pode ser salvo como imagem utilizando os comandos do botão direito do mouse. As pistas podem ser copiadas e coladas no word, por exemplo.

            Abaixo um exemplo simples que montei para o blog utilizando elementos básicos da geografia do Paraná.







domingo, 26 de novembro de 2017

TIRAS DA MAFALDA DIVIDIDAS POR ASSUNTO

Parte 1:

- Ambientes Urbanos
- Astronomia
- Campo-Cidade
- Cartografia e Fuso-Horário (parte 1) 



Parte 2:

- Economia, Consumo e Consumismo (parte 1)
- Cidade e Habitar
- Cartografia e Fuso-Horário (parte 2) 

Parte 3:

- Cidade, Economia, Consumo e Consumismo (2ª parte) 
- Climatologia 
- Condição da Mulher 
- Educação Ambiental, Ambiente e Natureza 
- Educação e Escola (1ª parte) 

Parte 4:

- Educação e Escola (2ª parte) 
- Ética, Social e Moral 
- Férias, Lazer e Turismo 
- Geografia Escolar 
- Geopolítica 
- Globalização e Sociedade (1ª parte)
Parte 5:

- Globalização e Sociedade (2ª parte) 
- Lugares da Cidade
- Modismo e Cultura (1ª parte) 


Parte 6:

- Modismo e Cultura (2ª parte) 
- Política
- População, Demografia e Migração



terça-feira, 21 de novembro de 2017

AULAS EXPOSITIVAS: AINDA ÚTEIS PARA A GEOGRAFIA?

As aulas expositivas, desde que intercaladas com outros métodos e empregadas da forma correta, podem ser úteis nos temas da Geografia.

No contexto da promoção da educação tradicional, em um tempo em que os recursos didáticos eram escassos, as aulas expositivas eram muito comuns, tanto para a Geografia quanto para as demais disciplinas. No entanto, com o advento dos avanços tecnológicos e com a difusão de novas metodologias no processo de ensino-aprendizagem, esse tipo de aula começou a ser tachado como obsoleto e passou a entrar em desuso.

No âmbito da Geografia, essa lógica se acirrou, haja vista que essa disciplina envolve muitas questões que são melhores compreendidas quando visualizadas, vividas ou presenciadas pelos estudantes. Dessa forma, aulas envolvendo cartogramas digitais, trabalhos de campo, consultas em sites e jornais e outras ferramentas tornaram-se mais difundidas e foram responsáveis por dinamizar o ensino dos estudos geográficos em seus vários temas e vertentes.

Mas será que as aulas expositivas deixaram de ser úteis para a Geografia?

A resposta vai depender mais do professor e de seu estilo de aula do que propriamente da disciplina em si, mas a tendência é a de que essa metodologia ainda apresente resultados satisfatórios, desde que executada da forma mais correta possível, evitando alguns problemas e procurando alternar exposições com outros métodos.

A seguir exibiremos algumas dicas de ações a serem evitadas e outras a serem praticadas.

 O que é bom evitar:

- Monotonia: não é preciso que o professor “crie um espetáculo” em sala de aula, mas seria muito interessante se ele conseguisse explicar os conteúdos de forma mais interessante, sem aquele ritmo lento e sonolento. Um pouco de “paixão” pode ajudar.

- “Mesmice”: evite as repetições. Explicar diferentes assuntos sempre da mesma forma, no começo, pode até ser bom, mas com o tempo gera desgaste e provoca certo desinteresse por parte do aluno. É sempre bom o professor procurar variar, de vez em quando, o seu estilo.

Por exemplo: uma determinada professora gosta de escrever conceitos no quadro e depois explicá-los, mas é bom, às vezes, ela realizar um ditado ou fazer esquemas conceituais junto à explicação.

- Monólogos: é sempre bom que o professor alterne as explicações com as falas e opiniões dos alunos, mesmo que as considerações que eles façam não sejam tão válidas assim. Estimular a participação, em alguns casos, propicia um maior interesse dos estudantes.

- Ritmo linear na voz: determinados assuntos da Geografia são amplamente descritivos. Dessa forma, relatar uma situação ou descrever uma característica pode ser muito chato se o professor nunca oscilar o tom da voz, o que pode aumentar o índice de “sonolência” dos alunos.



O que é bom fazer:

- Usar mapas (espacialização): um dos elementos que não podem faltar em qualquer aula de Geografia (seja ela expositiva ou não) é o uso de mapas ou a espacialização da discussão. Dessa forma, o professor precisa sempre procurar situar o aluno sobre onde e como determinados fenômenos ocorrem. Dessa forma, o mapa-múndi ou outros tipos de mapas mais específicos são quase que imprescindíveis.

- Provocar e estimular o debate ou a curiosidade: muitas vezes o aluno, ao se deparar com uma aula expositiva em Geografia, costuma se perguntar para quê aquele conhecimento lhe será útil. O professor pode iniciar a sua aula fazendo com que o aluno pense sobre a utilidade do tema tratado, fazendo perguntas ou questionamentos no início das aulas que levem o aluno a se sentir curioso e automaticamente interessado sobre o tema. Por exemplo: em uma aula sobre placas tectônicas, pode-se indagar o porquê de os terremotos e vulcões existirem ou como surgem as montanhas.

- Utilizar recursos: a funcionalidade oferecida pelos recursos tecnológicos ou até mesmo pelo bom e velho quadro-negro pode ser bem explorada, sempre buscando evitar os exageros.

O uso de projetores com slides pode ser um aliado, porém pode ser uma prática perigosa, isso porque muitos professores colocam textos muito grandes em cada tela, deixando a aula mais monótona. Nesse tipo de recurso, é bom priorizar frases curtas, palavras-chaves ou, sobretudo, imagens e esquemas. Inclusive, os projetores de imagem podem ser bons aliados no uso dos mapas.

Com a lousa, a mesma forma é recomendada, pois às vezes o educador leva mais tempo escrevendo frases ou textos no quadro do que propriamente explicando, fazendo com que os alunos se dispersem ou fiquem mais distraídos.

- Objetividade: em certos casos, pode tornar-se muito penoso para o estudante acompanhar aulas em que o professor não consegue ter um foco definido sobre o tema e os objetivos da aula. Às vezes, no esforço de tentar deixar o assunto da aula mais interessante, o professor acaba “rodando” em vários outros temas, o que faz com que os estudantes percam interesse. Procure, antes de cada aula, definir bem claramente quais são os objetivos dela. O professor pode, até mesmo, escrever esses objetivos na lousa para que os alunos percebam o real motivo da exposição a ser realizada.

- Adotar palavras-chaves: em alguns casos, o professor possui dificuldade em ser claro ao expressar os seus argumentos ou informações. Para resolver isso, o uso de palavras-chaves para guiar o ritmo da aula pode ser uma ajuda. Anotações realizadas em um papel ou caderno, que pode ser sempre consultado pelo educador durante as aulas, podem ajudar para que ele não esqueça ou não confunda os diferentes fatos de um mesmo assunto.

- Organizar a fala: As anotações, que podem ir além das palavras-chaves acima mencionadas, podem ajudar o professor a organizar a sua fala. Lendo este texto, você pôde perceber que ele foi organizado em tópicos de forma ordenada previamente estabelecida, não é mesmo? Procure dar esse mesmo ritmo às suas aulas, evitando embaralhar demais os temas e coordenando o ritmo de cada um, por mais que diferentes temas se inter-relacionem. Uma fala muito caótica mais confunde do que ajuda o estudante a compreender o assunto, seja ele qual for.

É válido considerar que este texto é apenas uma fonte de sugestões para melhorar as suas aulas expositivas, com ênfase nos assuntos referentes à Geografia. Mas não precisam ser necessariamente acatados como verdades absolutas, haja vista que cada professor costuma ter o seu próprio estilo e características de aula. O mais importante é tentar tornar a sua exposição o mais atrativa possível.

Você tem alguma sugestão para contribuir para essa discussão? Compartilhe suas experiências e opiniões nos comentários!


Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

TOPOGRAFIA EM SALA DE AULA


    Nós da página Linguagem Geográfica testamos o app para Android LandscapAR e aprovamos como uma excelente ferramenta para trabalhar curvas de nível e formação do relevo em sala de aula.

     Após uma breve explicação sobre curvas de nível e cartas topográficas o aluno deve fazer um desenho simples com uma caneta preta em um papel branco representando uma "carta topográfica" da sua imaginação. 

     Depois com a representação da "carta topográfica" em uma superfície escura e com o app devidamente instalado em seu celular ou tablet você produz o efeito do relevo.

   Você pode salvar as imagens dos terrenos produzidos e em um projetor discutir a formação de cada um com seus alunos. 

Clique no link para fazer download do app: http://goo.gl/xzS4OX

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

ATIVIDADE CAMADAS DA TERRA

     Aí vai uma dica simples e que de forma bem ilustrativa ensina as Camadas da Terra.

Aproveitem a ideia e coloquem em prática. 


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