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terça-feira, 29 de março de 2016

CANA DE AÇUCAR NA AMAZÔNIA

    O cultivo da cana-de-açúcar alcança recentemente espaços agrícolas localizados na Amazônia brasileira. O texto “A inserção recente da cana-de-açúcar no sudoeste da Amazônia: novos indícios da instabilidade do território em Rondônia e Acre”, de Mirlei Fachini Vicente Pereira, da Universidade Federal de Uberlândia, avalia algumas experiências de inserção recente desse cultivo nos estados de Rondônia e Acre, reconhecendo fragilidades e novas instabilidades territoriais advindas do cultivo da cana e da instalação de usinas por grupos externos.

O artigo do professor Mirlei Fachini pode ser acessado pelo link abaixo.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DAVID HARVEY NO BRASIL!

Em novembro de 2014, o geógrafo marxista David Harvey estará no Brasil para uma séria de conferências e intervenções de lançamento de Para entender o Capital: Livros II e III, que chegará às livrarias junto com o segundo volume de O Capital.

Entre os dias 13 e 19 de novembro ele passa pelas cidades de Brasília, Recife, Fortaleza, Curitiba e São Paulo.



Serviço

BRASÍLIA
14 de novembro | sexta-feira | 19h | Museu Nacional
Setor Cultural Sul, lote 2 (próximo à Rodoviária do Plano Piloto) | Zona 0
* Será necessário realizar pré-inscrição, mas o site não está disponível ainda. | credenciamento a partir das 18h
Contatos: (61) 3325-5220 e 3325-6410 | museunacional@gmail.com.br

RECIFE
17 de novembro | segunda-feira | 09h30
Arcádia Paço Alfândega
Travessa do Amorim, 75/5o Andar, Bairro do Recife
Inscrição aqui.
Realização: Boitempo e UFPE
Apoio: MDU e Nugepp

FORTALEZA
17 de novembro | segunda-feira | 19h
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Rua Dragão do Mar, 81 | Praia de Iracema
Realização: Boitempo e LEHAB/UFC
Apoio: ADUFC, Dragão do Mar e DAU/UFC

CURITIBA
18 de novembro | terça-feira | 19h
UFPR | Teatro da Reitoria
R. XV de Novembro, 1299 | Centro
Realização: Boitempo, Terra de Direitos, Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPR, PRÓ-POLIS (Núcleo de estudos de Direito Administrativo, Urbanístico, Ambiental e Desenvolvimento)
Apoio: CAPES - Pós- Graduação em Direito , Pró- Reitoria de Extensão e Cultura- UFPR, Mobiliza Curitiba

SÃO PAULO
19 de novembro | quarta-feira | 14h
Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 | Paraíso
Realização: Boitempo, Centro Cultural São Paulo
Apoio: Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo



Fonte: Boitempo Editorial

quinta-feira, 30 de maio de 2013

PAULO R. TEIXEIRA DE GODOY - HISTÓRIA DO PENSAMENTO GEOGRAFICO E EPISTEMOLOGIA EM GEOGRAFIA

     O objetivo deste livro não é suprir as deficiências ou as lacunas da história do pensamento geográfico e, tampouco, adotar o escrúpulo historicista de compreensão de uma história petrificada em narrativas e pontos de vista acerca de problemas científicos que interessam a poucos. Neste sentido, não se trata, fundamentalmente, da história do pensamento geográfico como tradicionalmente se concebe o conjunto de temas relacionados ao desenvolvimento científico da geografia. Se essa fosse a sua finalidade, sua deficiência seria manifesta e o desequilíbrio entre as partes retiraria todo o seu sentido. O seu propósito é o de reunir as contribuições de docentes e pós-graduandos em geografia, em torno de dois grandes eixos temáticos: história do pensamento geográfico e epistemologia em geografia.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

TODO O PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO EM APENAS UM TEXTO

Por uma globalização mais humana

A globalização é o estágio supremo da internacionalização. O processo de intercâmbio entre países, que marcou o desenvolvimento do capitalismo desde o período mercantil dos séculos 17 e 18, expande-se com a industrialização, ganha novas bases com a grande indústria, nos fins do século 19, e, agora, adquire mais intensidade, mais amplitude e novas feições. O mundo inteiro torna-se envolvido em todo tipo de troca: técnica, comercial, financeira, cultural.
Vivemos um novo período na história da humanidade. A base dessa verdadeira revolução é o progresso técnico, obtido em razão do desenvolvimento científico e baseado na importância obtida pela tecnologia, a chamada ciência da produção.
Todo o planeta é praticamente coberto por um único sistema técnico, tornado indispensável à produção e ao intercâmbio e fundamento do consumo, em suas novas formas.
Graças às novas técnicas, a informação pode se difundir instantaneamente por todo o planeta, e o conhecimento do que se passa em um lugar é possível em todos os pontos da Terra.
A produção globalizada e a informação globalizada permitem a emergência de um lucro em escala mundial, buscado pelas firmas globais que constituem o verdadeiro motor da atividade econômica.
Tudo isso é movido por uma concorrência superlativa entre os principais agentes econômicos -- a competitividade.
Num mundo assim transformado, todos os lugares tendem a tornar-se globais, e o que acontece em qualquer ponto do ecúmeno (parte habitada da Terra) tem relação com o acontece em todos os demais.
Daí a ilusão de vivermos num mundo sem fronteiras, uma aldeia global. Na realidade, as relações chamadas globais são reservadas a um pequeno número de agentes, os grandes bancos e empresas transnacionais, alguns Estados, as grandes organizações internacionais.
Infelizmente, o estágio atual da globalização está produzindo ainda mais desigualdades. E, ao contrário do que se esperava, crescem o desemprego, a pobreza, a fome, a insegurança do cotidiano, num mundo que se fragmenta e onde se ampliam as fraturas sociais.
A droga, com sua enorme difusão, constitui um dos grandes flagelos desta época.
O mundo parece, agora, girar sem destino. É a chamada globalização perversa. Ela está sendo tanto mais perversa porque as enormes possibilidades oferecidas pelas conquistas científicas e técnicas não estão sendo adequadamente usadas.
Não cabe, todavia, perder a esperança, porque os progressos técnicos obtidos neste fim de século 20, se usados de uma outra maneira, bastariam para produzir muito mais alimentos do que a população atual necessita e, aplicados à medicina, reduziriam drasticamente as doenças e a mortalidade.
Um mundo solidário produzirá muitos empregos, ampliando um intercâmbio pacífico entre os povos e eliminando a belicosidade do processo competitivo, que todos os dias reduz a mão-de-obra. É possível pensar na realização de um mundo de bem-estar, onde os homens serão mais felizes, um outro tipo de globalização.

Milton Santos
O País Distorcido - 30/11/1995


terça-feira, 19 de março de 2013

GEORGE ORWELL-19841

        Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que 'só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade - só o poder pelo poder, poder puro.'

sábado, 16 de março de 2013

YVES LACOSTE - A GEOGRAFIA ISSO SERVE, EM PRIMEIRO LUGAR, PARA FAZER A GUERRA

       Yves Lacoste (1929, Fes, Marrocos) é um geógrafo e geopolítico francês. Lançou no início de 1970 a revista Hérodote, que nos últimos trinta anos procurou revelar a face oculta da Geografia, isto é, seu caráter político. Autor de obras críticas e inovadoras, como A Geografia serve antes de mais nada pra fazer a guerra, é considerado um dos fundadores da Geografia moderna.


Bons Estudos !!!
Prof. Luiz  Fernando Wisniewski – Geografia  

MARIA ENCARNAÇÃO BELTRÃO SPOSITO - CAPITALISMO E URBANIZAÇÃO

      Maria Encarnação Beltrão Sposito Capitalismo e Urbanização Esta obra foi digitalizada pelo grupo Digital Source para proporcionar, de maneira totalmente gratuita, o benefício de sua leitura àqueles que não podem comprá-la ou àqueles que necessitam de meios eletrônicos para ler. Dessa forma, a venda deste e-book ou até mesmo a sua troca por qualquer contraprestação é totalmente condenável em qualquer circunstância. A generosidade e a humildade é a marca da distribuição, portanto distribua este livro livremente. Após sua leitura considere seriamente a possibilidade de adquirir o original,pois assim você estará incentivando o autor e a publicação de novas obras.



Bons Estudos !!!
Prof. Luiz  Fernando Wisniewski – Geografia  

RUY MOREIRA: GEOGRAFIA: TEORIA E CRÍTICA

      Em 1982, há 30 anos portanto, foi editado pela Vozes um livro organizado por Ruy Moreira intitulado Geografia: Teoria e Crítica; o saber posto em questão. O volume reuniu alguns dos textos de geógrafos brasileiros produzidos no período entre 1978 e 1981, ou seja, numa conjuntura de lenta abertura política que desembocaria na campanha das "diretas já" alguns anos depois. Do ponto de vista da Geografia, foi o período imediatamente posterior ao já quase mítico Encontro da AGB em Fortaleza/1978 que marcou a ruptura e renovação da Associação dos Geógrafos e da própria Geografia brasileira.



Bons Estudos !!!
Prof. Luiz  Fernando Wisniewski – Geografia 

JOSUÉ DE CASTRO - GEOGRAFIA DA FOME

         Em 2006, o livro Geografia da Fome, de Josué de Castro, completa 60 anos de história. A publicação apresenta um dos mais profundos estudos brasileiros sobre a insegurança alimentar presente no Brasil, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste. Aponta também que a falta de nutrientes, na comida cotidiana de tais povos, se dá por características climáticas, culturais e do solo, próprias de cada localidade, além do motivo principal: a concentração de terra na mão de poucas pessoas.



Bons Estudos !!!
Prof. Luiz  Fernando Wisniewski – Geografia 

ARIOVALDO UMBELINO DE OLIVEIRA – A GEOGRAFIA DAS LUTAS NO CAMPO

        Livro combativo e denso, em que o engajamento não prejudica a objetividade e a paixão não cega o cientísta. O geógrafo Ariovaldo Umbelino de Oliveira, professor da USP, retoma e rediscute a história das lutas sociais no campo, o choque entre os "sem-terra" e proprietários e a atitude governamental diante da questão agrária. Ilustrado com mapas e gráficos elucidativos em edição atualizada, revista e ampliada.



terça-feira, 5 de março de 2013

ALDOUS HUXLEY - ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

     Admirável Mundo Novo (Brave New World na versão original em Língua Inglesa)  é um livro escrito por Aldous Huxley e publicado em 1932 que narra um hipotético futuro onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas pscicológicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas. A sociedade desse "futuro" criado por Huxley não possui a ética religiosa e valores morais que regem a sociedade atual. Qualquer dúvida e insegurança dos cidadãos era dissipada com o consumo da droga sem efeitos colaterais aparentes chamada "soma". As crianças têm educação sexual desde os mais tenros anos da vida. O conceito de família também não existe.

ROBERTO LOBATO CORRÊA - O ESPAÇO URBANO

               No presente estudo, considera-se a cidade como espaço urbano que pode ser analisado como um conjunto de pontos, linhas e áreas. Pode ser abordado a partir da percepção que seus habitantes ou alguns de seus segmentos têm do espaço urbano e de suas partes. 

              Outro modo possível de análise considera-o como forma espacial em suas conexões com estrutura social, processos e funções urbanas. Por outro lado ainda, o espaço urbano, como qualquer outro objeto social, pode ser abordado segundo um paradigma de consenso ou de conflito. 

         A maior parte deste trabalho focaliza os processos e as formas espaciais: o espaço das cidades brasileiras.

Veja o estudo completo abaixo


Bons Estudos !!!
Prof. Luiz  Fernando Wisniewski – Geografia

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

SUN TZU - A ARTE DA GUERRA

     A Arte da Guerra é um tratado militar escrito durante o século IV a.C. pelo estrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze capítulos, cada qual abordando um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor um panorama de todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um combate racional. Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategistas militares através da história como Gengis Khan, Napoleão, Zhuge Liang, Cao Cao, Takeda Shingen, Vo Nguyen Giap e Mao Tse Tung. 

Número de páginas: 48
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