sexta-feira, 22 de março de 2019
QUADRO DO SISTEMA DE TRANSPORTE
Para quem gosta de estudar a mobilidade urbana fica aí a dica para desenvolver um quando com o sistema de transporte da sua cidade.
Sistema de transporte de Chicago.
quinta-feira, 21 de março de 2019
AS CIDADES DEVEM PENSAR NAS ÁRVORES COMO UMA INFRAESTRUTURA DE SAÚDE PÚBLICA

Plantar árvores é uma forma de melhorar a saúde das pessoas, e uma medida muito fácil e barata de se tomar. As árvores, além de embelezar uma cidade, proporcionam ar fresco e limpo. Por isso deveria se pensar nelas como uma infraestrutura de saúde pública.
Todas as pessoas deveriam poder respirar ar puro. Isso deveria ser possível também nas grandes cidades. As árvores não só ornamentam as ruas como ajudam a manter a saúde física e mental dos seus habitantes, ajudando a criar um ambiente mais saudável.
A organização The Nature Conservancy questiona por que não são incluídos esses conceitos nos orçamentos governamentais direcionados à saúde pública.
Esta organização elaborou recentemente um documento que explica com cifras as razões pelas quais se deve mudar o paradigma das verbas públicas, para incluir o investimento em criação e manutenção de áreas verdes nos gastos de saúde.
Para elaborar este documento usou-se o exemplo dos Estados Unidos, já que nesse país se dedica apenas 1% do seu orçamento para o plantio e manutenção das áreas verdes – e somente um terço disso é realmente investido. Como consequência, as cidades do país norte-americano perdem cerca de 4 milhões de árvores por ano.
Este é um documento oficial que detalha o problema, suas causas, conceitos e as soluções para lutar contra ele.
Se estima que com uma média de 8 dólares por pessoa em cada ano seria possível impedir a perda de árvores no país.
Também seria possível aumentar o aproveitamento dos benefícios que elas geram. O número não sugere o valor, senão apresenta uma mostra de que esse investimento necessário também é possível.
Investimento verde diminuindo
Com respeito aos investimentos, o informe indica que, atualmente, os municípios estão gastando menos com o plantio e o cuidado das árvores, em comparação com o que era gasto em décadas anteriores.
A falta ou presença de árvores em um local muitas vezes está ligada ao nível de renda de um bairro. Isso também cria uma enorme desigualdade nas cifras de saúde.
Nos Estados Unidos, a diferença nas expectativas de vida entre bairros de uma mesma cidade que estão próximos geograficamente pode chegar a ser de até uma década.
Embora a diferença nos índices de saúde não tem a ver somente com a questão das árvores, os investigadores asseguram que os bairros com menos áreas verdes têm piores resultados com relação à saúde de seus residentes. Desta forma, é possível concluir que a desigualdade urbanística pode se refletir em piores níveis saúde.
Entretanto, há outras cidades (como é o caso de Londres) ou países (como é o caso da China ou da Nova Zelândia) onde existe sim uma preocupação em promover o reflorestamento de forma mais massiva.
Medidas para aumentar as áreas verdes numa cidade
O documento propõe uma série de conselhos que podem ser usados pelo poder público e privado, entre os quais estão os seguintes:
Implementar políticas que incentivem o semear de árvores, seja por iniciativa privada ou pública.
Intercâmbios municipais que visem facilitar a colaboração de organismos de saúde pública e agências ambientais.
Relacionar o financiamento de árvores e parques a objetivos e metas das políticas de saúde pública.
Educar a população sobre os benefícios das áreas verdes para a saúde pública, e também sobre o impacto econômico das mesmas.
*Publicado originalmente em EcoInventos | Tradução de Victor Farinelli
Fonte: CartaMaior
quarta-feira, 20 de março de 2019
IMAGENS INCRÍVEIS FORMADAS POR MILHARES DE SOLDADOS NORTE-AMERICANOS DURANTE A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
Durante a Primeira Guerra Mundial, os fotógrafos Arthur S. Mole e John D. Thomas viajaram de um campo militar para outro tirando fotos de soldados formando símbolos patrióticos como parte da campanha promocional planejada para vender bônus de guerra.
Milhares de soldados formariam símbolos patrióticos gigantescos como a Estátua da Liberdade, o presidente Woodrow Wilson, American Eagle ou Liberty Bell, que foram fotografados de cima. Mole e Thomas passaram dias preparando formações que foram fotografados a partir de uma torre de 70 a 80 pés com uma câmera de 11 por 14 polegadas.
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| Estatua da Liberdade Humana. 18,000 funcionários e soldados em Camp Dodge, Des Moines, Ia |
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| Sino da Liberdade Humano. 25,000 funcionários e soldados em Camp Dix, New Jersey |
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| Águia Americana Humana 12,500 funcionários, enfermeiras e soldados em Camp Gordon, Atlanta |
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| Living Insignia of the 27th Division. 10,000 funcionários e soldados em, Breakers of the Hinderburg Line |
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| Escudo Americano Humano. 30,000 funcionários e soldados em, Camp Custer, Battle Creek, Mich |
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| Emblema dos fuzileiros navais dos Estados Unidos 100 funcionários and 9,000 alistados, Marine Barracks, Paris Islands |
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| Grenzhausen, Germany, 1st Field Artillery Brigade, 1st Division, 1919 |
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| Sincerely yours, Woodrow Wilson. 21,000 funcionários e soldados em, Camp Sherman, Chillicothe, Ohio |
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| Tio San Humano. 19,000 funcionários e soldados em, Camp Lee, VA.
Fonte: Vintage Evereday
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