quinta-feira, 14 de março de 2019

FOTOS DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL RESTAURADAS EM CORES

   Para o 100º aniversário da "Guerra para acabar com todas as guerras", uma equipe da Universidade Aberta do Reino Unido buscou através de arquivos fotográficos encontrar imagens significativas da Primeira Guerra Mundial. A Universidade contratou um especialista em restauração de fotos para colorir algumas imagens e o resultado ficou bem bacana. Veja algumas fotos.


Members of the 1st Australian Imperial Force at a camp in Australia around 1916. Photo from State Library of South Australia/the Open University
Os membros da Primeira Força Imperial Australiana em um acampamento na Austrália (1916).

Photo from the London Transport Museum. Restoration by the Open University
Pombos-correio viajavam em pombais construídos na parte traseira do ônibus. 

Photo from the State Library of South Australia. Restoration by the Open University
Crianças passeando durante um  evento para angariar fundos para a Cruz Vermelha, em Adelaide, na Austrália. A Cruz Vermelha foi fundada em 1881 por Clara Barton, em Washington, DC, mas cresceu aos trancos e barrancos durante a Grande Guerra. Em 1914, a organização de ajuda tinha apenas 17.000 membros. Em 1918, a participação cresceu para 20 milhões.

Photo from The British Library. Restoration by the Open University
As armas químicas eram uma ameaça para a saúde humana. Infantaria indianas usa máscara de proteção nas trincheiras em 1915.

Photo from the Canadian Library and Archive. Restoration by the Open University
Membro do Corpo de Veterinários Canadenses e seu cavalo, ambos usando máscaras.
    
Photo from The British Library. Restoration by the Open University
Confortos pessoais eram poucos para os soldados nas trincheiras. Acima, um soldado recebe um corte de cabelo de um barbeiro na frente albanesa (1918).

Photo from the State Library of South Australia. Restoration by the Open University
Cleveland Frank Snoswell retorna para Adelaide após o fim da Grande Guerra. Mais de 60 mil dos mais de 400 mil soldados australianos que serviram morreram durante os conflitos.

Terceiro Batalhão de Infantaria do exército canadense com seu mascote (agosto de 1916).

Grupamento de soldados avança pelas trincheiras sobre sacos de areia (1915).

Regimento de artilharia de campo do Império Alemão com um Felkanone 96 (1914).



DIFERENÇAS ENTRE: PLUVIAL , FLUVIAL E NIVAL

Pluvial

      Pluvial é a água provinda das chuvas, que é coletada pelos sistemas urbanos de saneamento básico nas chamadas galerias de águas pluviais ou esgotos pluviais e que pode ter tubulações próprias (sendo chamado, neste caso, de sistema separador absoluto, sendo posteriormente lançadas nos cursos d'água, lagos, lagoas, baías ou no mar).
    As águas pluviais podem ainda juntar-se ao esgoto doméstico na tubulação destinada a este. Neste caso tem-se o chamado sistema besta.



Fluvial

     Fluvial é um adjetivo que se refere às águas de qualquer rio. É comum o emprego do termo bacias fluviais em alusão às bacias hidrográficas, transporte fluvial em alusão a transportes realizados em rios e manancial fluvial em alusão ao manancial de rios de uma região. Transporte fluvial é quando você navega em um rio. O transporte fluvial era o mais importante meio de transporte durante a época dos descobrimentos (para países como Portugal e Espanha), pois era através dos rios que se transportavam (do modo mais rápido) as cargas para as cidades do interior (que se encontravam ao lado de rios).
Nival

    Primeiro temos de falar do regime fluvial que corresponde ao volume de chuva dos rios durante o ano, se o aumento do volume das enchentes e vazantes foi provocado por chuva da chuva caracteriza-se portanto por regime fluvial. Caso a enchente e vazante sejam decorrentes do degelo em montanhas é denominado de regime níval, mas unicamente nesse caso. Às vezes podem ocorrer os dois casos em um mesmo rio (ex. rio Amazonas). 

DOIS LADOS DA HUMANIDADE

AS MAIORES E MAIS VELHAS ÁRVORES DO MUNDO


VIENA É A CIDADE COM MELHOR QUALIDADE DE VIDA DO MUNDO

Capital austríaca recebe o título pela décima vez consecutiva. Ranking é dominado por cidades da Europa Ocidental, enquanto Caracas despenca na lista como a cidade mais insegura das Américas.



Viena foi nomeada neste ano mais uma vez a cidade com maior qualidade de vida do mundo, segundo pesquisa publicada nesta quarta-feira (13/03). É a décima vez consecutiva que a capital austríaca lidera o ranking elaborado pela consultoria Mercer.
Criada para auxiliar organizações internacionais a determinar níveis salariais para funcionários expatriados, a lista de 231 cidades é baseada em 39 critérios, como moradia, estabilidade política, crime, lazer, poluição do ar, infraestrutura, sistema de saúde, educação e economia.
Viena é uma das oito cidades europeias que aparecem no top 10 da lista. Em segundo lugar está Zurique, a maior cidade da Suíça, enquanto a terceira colocação foi dividida por Munique, na Alemanha, Vancouver, no Canadá, e Auckland, na Nova Zelândia. 
A sexta e a sétima posições ficaram com a Alemanha: Düsseldorf e Frankfurt, respectivamente, seguidas por Copenhague, na Dinamarca, e Genebra e Basileia, na Suíça.
As cidades que ocuparam as cinco melhores posições no ranking são as mesmas da última edição. A única alteração foi Vancouver, que subiu da quinta para a terceira colocação.
Paris ficou em 39° lugar, embora o estudo, conduzido entre setembro e novembro de 2018, não tenha levado em consideração os protestos dos "coletes amarelos", que durante vários sábados paralisaram regiões da cidade.      
As cidades que ocuparam o outro extremo da tabela também se repetiram. A cidade com pior colocação foi a capital do Iraque, Bagdá, apesar dos avanços em saúde e segurança identificados pela consultoria. Bangui, capital da República Centro-Africana, ficou em penúltimo lugar, e Sanaa, capital do Iêmen, ficou uma posição acima.
Uma das grandes mudanças foi Caracas, já que a Venezuela sofre com hiperinflação, escassez de itens básicos e crise política. Segundo destacou a Mercer, Caracas "viu os padrões de vida caírem por significativa instabilidade política e econômica".
A capital perdeu nove posições em qualidade de vida, ocupando o lugar 202, além de cair 48 posições, considerando apenas o critério segurança, e se tornar a cidade menos segura das Américas, na posição 222.
Na América do Sul, Montevidéu novamente liderou o ranking, na 78ª posição. Aparecem no top 5 da América do Sul, atrás da capital uruguaia: Buenos Aires (91), Santiago (93), Brasília (107) e Assunção (115). A qualidade de vida em cidades-chave da região se manteve similar, como nos casos de Buenos Aires, Santiago e Rio de Janeiro (118).
O Brexit não causou grandes alterações nas cidades britânicas. Londres permaneceu como a mais bem classificada geral, em 41° lugar, apesar de figurar no último posto no Reino Unido no ranking que considera o item segurança pessoal.
Dublin, classificada como mais segura do que qualquer cidade britânica, subiu uma posição e ficou em 33ª, logo acima de São Francisco, cidade americana com melhor colocação no ranking.
Segundo a consultoria, todas as cidades dos Estados Unidos incluídas na análise caíram no ranking neste ano, com exceção de Nova York, que subiu uma e chegou à 44 ª. O motivo é a queda na taxa de criminalidade na cidade.
Na Ásia, Cingapura foi a cidade com melhor qualidade de vida, na 25ª posição, seguida pelas cidades japonesas Tóquio e Kobe. Hong Kong ficou em 71º, e Seul em 77º.

Fonte: DW

quarta-feira, 13 de março de 2019

33 MEGACIDADES


Megacidade é o termo empregado para definir uma cidade que sedia uma aglomeração urbana com mais de dez milhões de habitantes e que esteja dotada de um rápido processo de urbanização.

terça-feira, 12 de março de 2019

CAMA GEOLÓGICA


PULSEIRA COM AS COORDENADAS GEOGRÁFICAS

      Antes de convidar alguém especial para viajar neste fim de ano primeiramente mostre para ela as coordenadas ... 



Confira onde encontrar: http://goo.gl/txBq17

EXISTE ALGUM LUGAR DO PLANETA QUE AINDA NÃO FOI POLUÍDO?

Em algum momento entre 1,8 milhão e 12 mil anos atrás, nossos ancestrais dominaram a técnica de criação do fogo. O ato é um marco na história da humanidade, pois a possibilidade de cozinhar, se aquecer e criar ferramentas deu um impulso enorme ao progresso coletivo.

Mas esse conhecimento também marcou o começo da poluição criada pelos humanos.

Há várias formas de poluição natural, como a erupção de vulcões, mas a maior parcela de contaminação do planeta hoje é gerada por nós.
Os rastros de poluição são visíveis em quase todos os cantos do planeta: há lixo solto no deserto de Gobi, nas praias do Pacífico e nas neves do Everest.
Mas o planeta sendo tão vasto, será que não existem lugares incólumes à contaminação?


Céu e terra

A poluição do ar acontece de diferentes formas. Uma das piores é o ozônio, que se forma de uma reação entre óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis produzidos por carros e fabricas.
Os danos desta poluição são enormes. Só na Índia, perde-se US$ 1,2 bilhão em colheitas por ano devido à poluição causada pelo ozônio. Estima-se que um milhão de pessoas morram de doenças decorrentes deste tipo de poluição.
O problema da poluição do ar é que é impossível fugir dela mesmo ao se afastar da sua fonte. Massas de ar transportam poluição por toda parte do planeta.

China, a grande poluidora.
"O que observamos com muita frequência é que a poluição começa em um lugar e acaba em outro lugar muito distante", diz David Edwards, do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica do Sistema Terrestre, nos Estados Unidos.
Ele cita o exemplo da Malásia, que está desmatando parte de sua floresta para dar lugar a plantações de palmeiras de dendê. Quem está sofrendo com isso é Cingapura, que hoje registra vários problemas de visibilidade.
Mas há correntes que viajam bem mais longe. Incêndios de desmatamento na América do Sul e no Sul da África contaminam o ar em todo o hemisfério Sul.
Com isso, é possível dizer que nenhum ponto do planeta está imune à poluição do ar - e isso acaba contaminando o solo também.
Mas há lugares que registram ar mais limpo, se medido em partículas atmosféricas. É o exemplo do Polo Sul, o lugar mais isolado de centros populacionais do planeta e também que registra o ar mais limpo.

Lixo no Himalaia.
Mas cientistas alertam que há outros tipos de poluição que afetam mais a Antártida do que o resto do planeta. O buraco da camada de ozônio é maior nos polos, e isso faz com que manchas negras de carbono surjam na neve.
Cavernas profundas também costumam ter o ar mais limpo, desde que seu ar não tenha muito contato com o resto da atmosfera terrestre.


Rios e geleiras

Infelizmente a poluição atmosférica contamina também a água. Mas para a maioria dos cientistas, o que mais preocupa na água é a contaminação que vem do solo, com o despejo de químicos, fertilizantes e resíduos.
Em alguns casos, os nutrientes do solo são exterminados, o que diminui também o oxigênio na água, ameaçando a fauna. O exemplo mais urgente desse tipo de contaminação é o delta do rio Mississippi próximo ao Golfo do México.
Os rios continuam sendo o maior destino de esgoto não-tratado - 80% do que é gerado em casas e empresas no mundo acaba na água do planeta sem nenhum tratamento. Em lugares como Nova Déli, esse índice chega a 99% - com os dejetos despejados no rio Yamuna. Algo semelhante acontece na Cidade do México, com o rio do vale Mezquital.

Parece neve, mas é poluição. Rio Yamuna, Índia. 
Na China, mais da metade dos rios estão poluídos demais para gerar água potável. No Paquistão, o índice é de 72%. Um relatório da organização ambiental WWF aponta que a população de animais em rios caiu em 75% nos últimos 40 anos, em grande parte devido à poluição.
Como acontece com o ar, a água mais distante dos grandes centros é a mais pura. Rios e geleiras no Ártico, Antártida e Canadá são os mais intocados do planeta.

Pássaro come plástico no Havaí. 
No caso das geleiras, a água mais pura está estocada mais embaixo, pois a parte de cima já vem sendo contaminada pelo ar sujo desde os tempos da Revolução Industrial, no século 18.
Outras fontes "quase" puras de água estão na Floresta Amazônica e na Bacia do Congo, na África.


Oceanos

Os oceanos cobrem 70% do nosso planeta. Hoje estima-se que de 60% a 80% da poluição no mar tem sua origem na terra. De todos os poluentes, o pior é o plástico, que demora séculos para se decompor. Já o papel não é um grande problema, pois desaparece rapidamente.
A surpresa nos oceanos é que os pontos mais remotos estão entre os mais poluídos, graças à forma como as correntes marítimas se comportam.
Em uma região não habitada do norte do Pacífico, por exemplo, se formou algo parecido como uma "ilha de lixo". Os únicos humanos que passam pelo local são cientistas que investigam o fenômeno.

Lixo no fundo do oceano.
O fundo do mar era tido por muitos como um lugar imaculado, mas cada vez mais se descobre que isso não é verdade. A oceanógrafa Lisa Levin, do instituto Scripps, da Califórnia, faz pesquisas usando veículos controlados remotamente.
"Existe lixo humano por toda a parte. Isso deixa claro que os seres humanos são parte integral do ecossistema marinho", diz.
Mesmo em lugares remotos, há lixo como garrafas, lata, material de pesca, cordas, objetos metálicos, munição militar e sapatos.

Fonte: BBC Brasil.
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