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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ATIVIDADE PIRÂMIDES ETÁRIAS

     Encontrei na internet este modelo de atividade que podemos aplicar em sala sobre as pirâmides etárias.
  Se os professores que fizeram esta atividade seguirem a Linguagem Geográfica seria legal se tivessem mais imagens e uma breve explicação sobre a atividade para divulgação.

Fonte : Escola Municipal de Ensino Fundamental CAIC “Luizinho de Grandi” 2012 – 2013

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

ESCALA

   Esta atividade pode ajudar os alunos a entender onde eles estão localizados em relação ao Planeta!    


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

ATIVIDADE SOBRE OS PARALELOS

Para aqueles professores das séries inicias que já estão pensando em atividades para o incio das aulas segue o vídeo com uma alternativa legal para trabalhar com os alunos os paralelos , podendo estender o conhecimento sobre latitudes e zonas climáticas da Terra.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

PERFIS DOS SOLOS E SEUS HORIZONTES

Uma maneira simples e divertida para trabalhar os perfis dos solos e seus horizontes.



Materiais:
* Tinta
* Esponja
* Recortes de grama sintética

10 DICAS PARA AJUDAR SEU FILHO A ESTUDAR HISTÓRIA E GEOGRAFIA

História e Geografia nos dão instrumentos para olhar o mundo e compreendê-lo. Veja como estimular seu filho a estudar essas disciplinas com 10 dicas práticas













quinta-feira, 3 de setembro de 2015

TOPOGRAFIA EM SALA DE AULA


    Nós da página Linguagem Geográfica testamos o app para Android LandscapAR e aprovamos como uma excelente ferramenta para trabalhar curvas de nível e formação do relevo em sala de aula.

     Após uma breve explicação sobre curvas de nível e cartas topográficas o aluno deve fazer um desenho simples com uma caneta preta em um papel branco representando uma "carta topográfica" da sua imaginação. 

     Depois com a representação da "carta topográfica" em uma superfície escura e com o app devidamente instalado em seu celular ou tablet você produz o efeito do relevo.

   Você pode salvar as imagens dos terrenos produzidos e em um projetor discutir a formação de cada um com seus alunos. 

Clique no link para fazer download do app: http://goo.gl/xzS4OX

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

COMO CONSTRUIR UMA MAQUETE

Alguns professores tem duvidas de como construir uma maquete com seus alunos utilizando cartas topográficas.

Este vídeo vai explicar de uma forma simplificada e com materiais de fácil acesso o passo-a-passo para você desenvolver uma bela maquete com seus alunos.

Qualquer duvida entre em contato com os professores na página abaixo


terça-feira, 28 de julho de 2015

terça-feira, 23 de junho de 2015

DIVIRTA-SE MONTANDO MAPAS POLIÉDRICOS EM PAPEL

Você gostaria de fazer uma atividade diferente com seus alunos sobre projeções ou formas geométricas? Ou tem paciência e gostaria de se entreter com algo interessante? 

O site Progonos disponibiliza gratuitamente para download diferentes mapas-múndi para montar em papel. As formas são os mais variadas e vão desde um simples tetraedro a um complexo icosidodecaedro. Vale a pena conferir!

Acesse: Progonos e escolha o seu.  

quinta-feira, 7 de maio de 2015

MOVIMENTOS DAS PLACAS TECTÔNICAS COM OREO

      E aí, alguém se habilita a dar exemplos de formações morfológicas do relevo causadas por estes movimentos ?



domingo, 1 de março de 2015

CURVAS DE NÍVEL

     Esta semana eu estava ensinado topografia, incentivando os alunos a criarem uma montanha em suas mãos. 

     Primeiro eu pedi aos alunos para fazer um punho e colocar em cima da carteira, como se eles estivessem batendo nela. 

    Em seguida contornar a montanha com caneta, importante dizer para  manter cada parte de cada círculo à mesma distância.

     Eles podem adicionar um ponto de triangulação para o ponto mais alto e desenhar rios azuis nos dedos "vales". 

     Quando os alunos colocam sua mão plana eles têm um mapa topográfico e quando fizerem um punho eles têm uma cadeia de montanhas.


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

ATIVIDADE SÍSMICA

       Explique os abalos sísmicos através desta atividade que você pode criar em sala de aula com com seus alunos.

Material:

- Lápis de cor
- Canetinhas 
- Papel cartão ou caixa 

       Ótimo esquema para exemplificar o foco dos abalos sísmicos e o seu epicentro, dando uma maior ênfase a questão de que muitas vezes um abalo sísmico de intensidade mais elevada na escala Richter pode causar menos danos a população do que um abalo de menor intensidade devido a distância do seu epicentro. 


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

AULAS EXPOSITIVAS: AINDA ÚTEIS PARA A GEOGRAFIA?

As aulas expositivas, desde que intercaladas com outros métodos e empregadas da forma correta, podem ser úteis nos temas da Geografia.

No contexto da promoção da educação tradicional, em um tempo em que os recursos didáticos eram escassos, as aulas expositivas eram muito comuns, tanto para a Geografia quanto para as demais disciplinas. No entanto, com o advento dos avanços tecnológicos e com a difusão de novas metodologias no processo de ensino-aprendizagem, esse tipo de aula começou a ser tachado como obsoleto e passou a entrar em desuso.

No âmbito da Geografia, essa lógica se acirrou, haja vista que essa disciplina envolve muitas questões que são melhores compreendidas quando visualizadas, vividas ou presenciadas pelos estudantes. Dessa forma, aulas envolvendo cartogramas digitais, trabalhos de campo, consultas em sites e jornais e outras ferramentas tornaram-se mais difundidas e foram responsáveis por dinamizar o ensino dos estudos geográficos em seus vários temas e vertentes.

Mas será que as aulas expositivas deixaram de ser úteis para a Geografia?

A resposta vai depender mais do professor e de seu estilo de aula do que propriamente da disciplina em si, mas a tendência é a de que essa metodologia ainda apresente resultados satisfatórios, desde que executada da forma mais correta possível, evitando alguns problemas e procurando alternar exposições com outros métodos.

A seguir exibiremos algumas dicas de ações a serem evitadas e outras a serem praticadas.

 O que é bom evitar:

- Monotonia: não é preciso que o professor “crie um espetáculo” em sala de aula, mas seria muito interessante se ele conseguisse explicar os conteúdos de forma mais interessante, sem aquele ritmo lento e sonolento. Um pouco de “paixão” pode ajudar.

- “Mesmice”: evite as repetições. Explicar diferentes assuntos sempre da mesma forma, no começo, pode até ser bom, mas com o tempo gera desgaste e provoca certo desinteresse por parte do aluno. É sempre bom o professor procurar variar, de vez em quando, o seu estilo.

Por exemplo: uma determinada professora gosta de escrever conceitos no quadro e depois explicá-los, mas é bom, às vezes, ela realizar um ditado ou fazer esquemas conceituais junto à explicação.

- Monólogos: é sempre bom que o professor alterne as explicações com as falas e opiniões dos alunos, mesmo que as considerações que eles façam não sejam tão válidas assim. Estimular a participação, em alguns casos, propicia um maior interesse dos estudantes.

- Ritmo linear na voz: determinados assuntos da Geografia são amplamente descritivos. Dessa forma, relatar uma situação ou descrever uma característica pode ser muito chato se o professor nunca oscilar o tom da voz, o que pode aumentar o índice de “sonolência” dos alunos.



O que é bom fazer:

- Usar mapas (espacialização): um dos elementos que não podem faltar em qualquer aula de Geografia (seja ela expositiva ou não) é o uso de mapas ou a espacialização da discussão. Dessa forma, o professor precisa sempre procurar situar o aluno sobre onde e como determinados fenômenos ocorrem. Dessa forma, o mapa-múndi ou outros tipos de mapas mais específicos são quase que imprescindíveis.

- Provocar e estimular o debate ou a curiosidade: muitas vezes o aluno, ao se deparar com uma aula expositiva em Geografia, costuma se perguntar para quê aquele conhecimento lhe será útil. O professor pode iniciar a sua aula fazendo com que o aluno pense sobre a utilidade do tema tratado, fazendo perguntas ou questionamentos no início das aulas que levem o aluno a se sentir curioso e automaticamente interessado sobre o tema. Por exemplo: em uma aula sobre placas tectônicas, pode-se indagar o porquê de os terremotos e vulcões existirem ou como surgem as montanhas.

- Utilizar recursos: a funcionalidade oferecida pelos recursos tecnológicos ou até mesmo pelo bom e velho quadro-negro pode ser bem explorada, sempre buscando evitar os exageros.

O uso de projetores com slides pode ser um aliado, porém pode ser uma prática perigosa, isso porque muitos professores colocam textos muito grandes em cada tela, deixando a aula mais monótona. Nesse tipo de recurso, é bom priorizar frases curtas, palavras-chaves ou, sobretudo, imagens e esquemas. Inclusive, os projetores de imagem podem ser bons aliados no uso dos mapas.

Com a lousa, a mesma forma é recomendada, pois às vezes o educador leva mais tempo escrevendo frases ou textos no quadro do que propriamente explicando, fazendo com que os alunos se dispersem ou fiquem mais distraídos.

- Objetividade: em certos casos, pode tornar-se muito penoso para o estudante acompanhar aulas em que o professor não consegue ter um foco definido sobre o tema e os objetivos da aula. Às vezes, no esforço de tentar deixar o assunto da aula mais interessante, o professor acaba “rodando” em vários outros temas, o que faz com que os estudantes percam interesse. Procure, antes de cada aula, definir bem claramente quais são os objetivos dela. O professor pode, até mesmo, escrever esses objetivos na lousa para que os alunos percebam o real motivo da exposição a ser realizada.

- Adotar palavras-chaves: em alguns casos, o professor possui dificuldade em ser claro ao expressar os seus argumentos ou informações. Para resolver isso, o uso de palavras-chaves para guiar o ritmo da aula pode ser uma ajuda. Anotações realizadas em um papel ou caderno, que pode ser sempre consultado pelo educador durante as aulas, podem ajudar para que ele não esqueça ou não confunda os diferentes fatos de um mesmo assunto.

- Organizar a fala: As anotações, que podem ir além das palavras-chaves acima mencionadas, podem ajudar o professor a organizar a sua fala. Lendo este texto, você pôde perceber que ele foi organizado em tópicos de forma ordenada previamente estabelecida, não é mesmo? Procure dar esse mesmo ritmo às suas aulas, evitando embaralhar demais os temas e coordenando o ritmo de cada um, por mais que diferentes temas se inter-relacionem. Uma fala muito caótica mais confunde do que ajuda o estudante a compreender o assunto, seja ele qual for.

É válido considerar que este texto é apenas uma fonte de sugestões para melhorar as suas aulas expositivas, com ênfase nos assuntos referentes à Geografia. Mas não precisam ser necessariamente acatados como verdades absolutas, haja vista que cada professor costuma ter o seu próprio estilo e características de aula. O mais importante é tentar tornar a sua exposição o mais atrativa possível.

Você tem alguma sugestão para contribuir para essa discussão? Compartilhe suas experiências e opiniões nos comentários!


Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia

sábado, 3 de janeiro de 2015

DIVIRTA-SE CONSTRUINDO ESTA PROJEÇÃO

      


      Esta é uma versão achatada da projeção cilíndrica elaborada em 1695 por Gerard Valck conhecida como Novus Planiglobii terrestris de .

    Clique no link abaixo para fazer o download do PDF com as partes desta projeção para serem cortadas e montadas. 


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

CRIE ROCHAS SEDIMENTARES COM SEUS ALUNOS

Make a Rock

     A atividade abaixo é interessante para turmas iniciais de 6 ano para sair da rotina da sala de aula. Utilizando materiais simples você produz uma rocha sedimentar e tomando ela como base pode fazer referências as rochas magmáticas e metamórficas. 

Material Utilizado:

- Areia
- Cascalhos
- Cola
- Copo plástico

     A areia e os cascalhos são os sedimentos depositados nas bacias sedimentares e a cola funciona como o compactador.

          Observação: A autora da atividade aconselha que a camada de areia não deve ser tão espessa como na imagem abaixo caso contrário você terá problemas com a compactação.

Make a Rock Materials

Make a Rock Steps

Fonte: Fantastic Fun and Learning


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

IDEIA PARA NÃO ESQUECER OS CONCEITOS DE LATITUDE E LONGITUDE

      O conceito está um pouco confuso com estas cetas apontando para apenas uma direção porém a ideia é valida, quem tiver interesse é só adaptar colocando as setas indicando NORTE / SUL na latitude e LESTE/OESTE na Longitude.


terça-feira, 7 de outubro de 2014

COMO DESENVOLVER UMA "TEMPESTADE DE IDEIAS"

    Brainstorming é uma ferramenta utilizada na gestão da qualidade empresarial que significa "Tempestade de idéias". Consiste em um processo de grupo no qual os indivíduos emitem idéias de forma livre, sem críticas, no menor espaço de tempo possível.

    Uma atividade interessante para incentivar seus alunos a colocarem palavras que fazem referência a GEOGRAFIA e criarem uma BRAINSTORMING GEOGRÁFICO onde as palavras que saírem com maior frequência terão um destaque maior.

  O brainstorming abaixo foi realizada em parceria entre o Blog Linguagem Geográfica e Coordenadas Geográficas onde seus seguidores sugeriram palavras relacionadas a GEOGRAFIA e os dados foram inseridos no site WORDLE que fez o trabalho gráfico.

O resultado foi este :  



domingo, 17 de agosto de 2014

NEVE TOPOGRÁFICA

     É professor de Geografia e mora em uma cidade que neva ?
     Segue abaixo uma atividade sobre curvas de nível fácil e interessante para seus alunos.
Passos:
1 - Em uma peneira construa um "morro" de neve.
2- Com barbantes de cores diferente você faz as curvas de nível.
3- E aí é só esperar a neve derreter para finalizar o estudo. 

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